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Shit of monotony.
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Falar palavrão é terapia, caralho.


“- O que foi?
- Nada.
- Então por que você tá assim?
- Por nada.
- Fala.
- Não quero.
- Então não fala.
- Pode deixar, não vou falar.
- Isso, faça o que eu mando.
- Tá pensando que eu sou cachorra?
- Tô não… você é mesmo. Minha cachorra.
- Vai se foder.
- Te foder? Agora.
- Idiota.
- Que você ama.
- Quê?
- Sou o idiota que você ama.
- Hm, quem te disse?
- Você, ontem, na hora do “vâmo ver”.
- Haha, não teve “vâmo ver” nenhum.
- Teve, e você gostou.
- Vai se foderrrrr, que droga, idiota.
- Te foder? Caralho, já disse que agora mesmo.
- Para de graça.
- Virei palhaço?
- É por isso que eu tenho medo de você.
- Por que?
- Por que você é palhaço.
- E desde quando você tem medo de palhaços?
- Desde o dia em que eu te conheci.
- Nossa, que romântico.
- Vem me foder.
- É pra já.”
~ Beatriz, heartfuckedd.  (via heartfuckedd)

“— Quem era ela?
— Ela?
— Ela. A ela que não sou eu e ainda assim é sua. Que ri das suas piadas sem graça e que te dá beijos no pescoço. Que sente ciúmes quando você pára para conversar com estranhas em ruelas escuras. Que você promete que vai encontrar mais tarde. A ela que tem certeza de você. A ela que não sou eu.
— Minha namorada.
Sua namorada?
— Minha namorada.
— Então você a ama?
— Ela é simpática. Gosta de mim.
Alícia riu.
— Por que você não me contou?
— Porque eu não queria superar você. Até hoje.
— E você quer me superar? Superar o que? Superar quem? Não tem nada a superar… Aparentemente não fui nada na sua vida e…
— Você consegue interpretar algo meu sem drama, Alícia? Você foi tudo em minha vida. Mas você não confia em mim. Nunca confiou. Se eu saía na rua com uma amiga, era “quem é aquela com quem você acabou de passar a noite com?”. A gente brigava o tempo todo… O tempo todo. E eu nunca fui bom pra você, Alícia. Nunca deixei de te dar motivos para desconfiar de mim. Sempre o conquistador de garotas. Sempre o animador de festas, sempre o requisitado de todos os lugares. Sempre o quase-pai dos bebês alheios. Sempre grosso, sempre desmerecendo todos os seus esforços para permanecer comigo. Sempre chegando bêbado na sua casa depois das três da manhã pedindo para que você deixasse eu te comer. Sei muito bem que fiz você pensar que eu não lembrava disso, mas essa memória me martirizou muito tempo. Me fez lembrar de todas as vezes que você sorriu pra mim quando eu só te dei motivos para chorar. Me fez lembrar todos os abraços de consolo quando eu fazia alguma merda irreparável. De todas as vezes que eu te trai, e você se preocupou mais com a minha saúde do que com você mesma. Você é boa demais pra eu te amar, Alícia. Por mais cheia de defeitos que você seja… Irritante, teimosa, chata, ciumenta, implicona… Você é boa, eu sou ruim. E hoje eu acordei pensando em te superar por isso. (…) Mas parece que todas as vezes que tento ir para longe, você me traz para perto…”
~ Meu Amor Ainda Vai Me Engolir, Letícia Sales. (via the-puzzle)

12 hours ago · 1,311 notes · reblog
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“Estado Civil:
( ) Namorando.
( ) Casada.
( ) Solteira.
(x) Mais cinco doses por favor, com gelo e energético! Porque esse tipo de pergunta mexe com meu psicológico!”
~ Tati Bernardi (via b-ecoming)